Um dia qualquer, 20 anos depois da Expo98, encontrei uns Olharapos abandonados. Bem, não estariam abandonados que alguém os estaria a pintar, mas estavam lá para um canto... Se há coisa que tenho pena, é de não haver já smartphones no ano de 1998, que a esta hora teríamos milhares de fotos em vez de meia dúzia. Por outro lado, as pessoas olhavam para nós diretamente, em vez de ser pelo ecrã. Trabalhei na Peregrinação, um evento diário na Expo98, e uma das coisas que valorizo é o olhar de espanto e curiosidade de quem nos via.